Sexta-feira, Julho 02, 2004


The Myths of Open Source

It isn't all about cheap: Companies keep finding good reasons to take advantage of open-source software.


AT FIRST GLANCE, the company Employease seems unremarkable. But look a little closer. Employease, which provides employee benefits administration services to more than 1,000 organizations across America, has an IT architecture chiefly built around open-source software, which makes it a rare bird¿not that it was planned that way when the company was founded in 1996.

"It's been quite a surprise to me. The open-source model just seems intuitively wrong," says John Alberg, the company's cofounder, CIO, CTO and vice president of engineering. But the facts speak for themselves.

The company's 25 production application servers run on Red Hat Linux, having been switched from Windows NT in July 2000. Webpages once delivered by Netscape are now served by Apache, supplemented by Tomcat, an open-source Java servlet engine. Send an e-mail to Employease and it's processed by Sendmail, an open-source mail server, while the company's software developers use XEmacs, an open-source development tool.

But that's not all. Although the company's main applications use Informix for database management, Alberg happily confesses that he can see a time when the proprietary software will be displaced by MySQL, an open-source relational database system already used by the company for less critical applications. Snort, an open-source intrusion detection tool, is also under active consideration, says Alberg.

Once seen as flaky, cheap and the work of amateur developers, open source has emerged blinking into the daylight.

Companies such as Employease herald a sea change in corporate attitudes toward open-source software. Once seen as flaky, cheap and the work of amateur developers, open source has emerged blinking into the daylight. With unrestricted access to the source code to run or modify at will, and support coming from an ad hoc collection of software developers and fellow users, the open-source model is very different from proprietary software. But it is nevertheless proving attractive enough for a host of CIOs to make the switch. So who's using open source? Why are they using it? And are the benefits worth the risks? The answers are surprising¿and dispel some of the myths surrounding open source.

Read More Details about Myths of Open SourceBY Malcom Wheatley in CIO.com
Posted by Felipe Machado em Sexta-feira, Julho 02, 2004

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Quinta-feira, Julho 01, 2004


Holograms Enable Pocket Projectors

Video projectors can make entire walls into television or computer screens. But video projection equipment is relatively bulky, which has confined video projection to lecture halls, conference rooms and home theaters.

Researchers from Cambridge University in England and Light Blue Optics Ltd. have found a way to leverage holographic technology to produce a small, laser-driven video projector.

The method could lead to pocket-sized, battery-powered video projectors that produce images whose quality matches that of today's full-sized projectors, according to the researchers. This type of projector could also be built into a laptop computer.

Key to the device's diminutive size is the lack of lenses and high-power light bulbs. Conventional digital video projectors form images by generating a small picture on a transparent microdisplay inside the projector, then shining a high-power light through the microdisplay to a large magnifying lens.

In the researchers' design, a two-dimensional hologram is shown on the microdisplay rather than an image, and the projected image is formed by shining a laser beam through the microdisplay, which scatters the light into a particular pattern. No lenses are required.

The researchers were able to do this fast enough to project video by finding and exploiting a quirk of the human vision system. They found that variation affects people's perception of video quality more than the level of noise.

Pocket-sized video projectors could become practical in two to five years, according to the researchers. They presented the work at the Society for Information Display (SID) International Symposium 2004 in Seattle, Washington, May 23 to 28.

Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Julho 01, 2004

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Sistema revela se aluno copiou trabalho da web
Vai acabar a malandragem

IDG Now!

Um sistema que identifica textos e informações copiados da internet em trabalhos de estudantes foi apresentado nesta quarta-feira (30/06) durante um evento na universidade britânica de Northumbria.

O Sistema de Alerta contra Plágios (Plagiarism Advisory Service, em inglês), criado pelo Comitê de Sistemas de Informações Conjuntas (JISC), possui quatro bases de dados que confrontam as informações presentes nos trabalhos dos estudantes com fontes eletrônicas, além de materiais de outros alunos e instituições.

O serviço varre cerca de 4,5 bilhões de páginas na internet e identifica se os materiais têm ou não proteção de direitos autorais e se pertencem a serviços de assinatura. A base dos sistema está localizada no Reino Unido e pode ser acessada a partir de um navegador padrão.

O JISC espera que este serviço seja útil para que instituições e professores possam prevenir com maior facilidade o plágio de informações, já que ele informa também sobre direitos autorais e dá dicas de procedimentos. Os criadores não têm intenção inicial de comercializar o sistema.

O Sistema de Alerta contra Plágios foi apresentado durante a conferência "Plágio: Prevenção, Práticas e Políticas", que acontece até esta quarta-feira no Reino Unido. O evento é direcionado a educadores e tem a intenção de discutir práticas, estimular a discussão sobre o tema.
Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Julho 01, 2004

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Virus hits offshoring giant's operations

BANGALORE, INDIA -- Infosys Technologies Ltd., a leading Bangalore-based software and business process outsourcing (BPO) company, had to bring down its network Tuesday morning, following detection of a virus attack on some machines on the network.

"We don't have the details of the virus yet, though we think it came through as an e-mail attachment," said a spokeswoman for the company who added that this is not the first time that Infosys has been attacked by a virus, and the network shut down.

"We proactively shut off a part of our network for a couple of hours as part of our business continuity plan," said the spokeswoman. While the network-dependent work was affected, other software development and services work continued as usual, she added.

One of the reasons work was not severely disrupted after the network was shut off was that a lot of the BPO work that the company does is mainly for clients in the U.S., and the workload usually peaks in the evenings in India.

The shutdown of the network on Tuesday only affected Infosys' Bangalore operations, as this part of the network was shut down after the virus attack. About 8,000 persons are employed by Infosys in Bangalore. The company has operations in other cities in the country, as well outside the country.

Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Julho 01, 2004

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Quarta-feira, Junho 30, 2004


URGENTE - CERT aconselha a trocar Internet Explorer

IDG Now

O grupo norte-americano de segurança na internet CERT (Computer Emergency Readiness Team, em inglês), publicou nesta segunda-feira (28/06) um estudo recomendando aos internautas que troquem de navegador e não utilizem mais o Internet Explorer (IE), da Microsoft.

Conforme divulgado na página do grupo, o CERT afirma que as razões para a troca de navegadores seriam as diversas falhas de segurança contidas no IE, como modelo de objetos DHTML, controles de ActiveX e zonas de segurança do browser da Microsoft.

O grupo recomenda a utilização de browsers outras fabricantes, como o Mozilla Firefox ou Opera, para a diminuição significativa dos riscos de segurança.

Caso o usuário prefira manter o IE como seu navegador padrão, o CERT aconselha aumentar a classificação de segurança para Alta e desabilitar funções de JavaScript. As modificações podem ser feitas em Opções da Internet, dentro do menu Ferramentas.

O motivo

Pop-up é nova ameaça para usuários do IE

Usuários do navegador Internet Explorer estão mais uma vez sob grave ameaça. O SANS Institute anunciou nesta terça-feira (29/06) ter descoberto um novo cavalo de tróia responsável por roubar dados bancários de clientes infectados por meio de uma falha no processamento de arquivos no formato Browser Help Object (BHO).

Segundo o instituto, o trojan, que ainda não pode ser detectado por softwares antivírus, utiliza o componente do Internet Explorer para roubar dados de aproximadamente 50 sites de bancos específicos, incluindo Citibank, Barclays, HSBC e Deutsche Bank, enviando-os a hackers provavelmente localizados na América do Sul. O SANS Institute revela ainda que o componente é integrado ao IE de tal maneira que torna complexa a sua desabilitação.

O instituto descobriu ainda que o arquivo malicioso está se propagando através de janelas pop-up de propaganda quando "uma grande empresa pontocom" encaminhou o arquivo aos seus especialistas. O arquivo continha uma função de auto-instalação em um arquivo DLL aleatório dentro da pasta System32 do Windows, onde estão localizados os arquivos substanciais para o funcionamento do sistema operacional da Microsoft.

O arquivo malicioso monitora as páginas do protocolo HTTPS (que indica conexões seguras) em busca de qualquer dado que tenha o formato de nome de usuário e senha da vítima antes que seja encriptado.

Usuários podem evitar serem atacados ao modificar o nível de segurança do Internet Explorer para "Alto" (a partir do menu Opções de Internet, em Ferramentas). A Microsoft afirmou também que o Windows XP Service Pack 2 conterá uma ferramenta para detecção e remoção de arquivos HBO maliciosos.

A ameaça surge apenas uma semana depois de descoberta outra vulnerabilidade no navegador, permitindo que hackers se apoderassem de informações financeiras confidenciais utilizando um cavalo de tróia instalado em grandes páginas de comércio eletrônico na internet.

A ameaça pode estar ligada com o grupo criador do vírus Korgo, que já está em sua variante V e é classificado freqüentemente como de alto risco por empresas fabricantes de softwares antivírus.

O fato de que a Microsoft ainda não divulgou nenhuma correção para as falhas críticas está levando especialistas de segurança a recomendarem que usuários não utilizem o Internet Explorer, pelo menos temporariamente, mas comecem a usar outros produtos alternativos, como os navegadores Mozilla Firefox e Opera.

Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 30, 2004

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Agora mais uma pen-drive padrão espionagem.



Disponível em tamanhos de memória de 128MB e 256 MB esta pen-drive de espião é alem de tudo bonita e discreta.
Funciona também como um SD/MMC leitor de cartão SD/MMC

Você não pode copiar diretamente dos cartões de SD à memória interna
você terá que copiar para seu PC antes.


Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 30, 2004

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O Carro do Futuro tem Wi-Fi

O carro do futuro terá tecnologia de voz, radar de bordo, GPS (Global Positioning System) e Wi-Fi entre outras "guloseimas" eletrônicas. Em breve, o motorista poderá entrar no carro, ligá-lo e passar um comando de voz para ele:"Vamos para a casa da minha sogra". Depois de várias consultas - via Wi-Fi por exemplo - o carro traça o "plano de cruzeiro" para levá-lo. Hoje, o leitor pode até achar esta idéia engraçada, mas garanto que em seis ou oito anos encontrará esse carro nas ruas.


Os carros do futuro serão Wi-Fi Enabled (veja a matéria 21st Century Cars Hit the Road da revista Business Week sobre os carros high tech). Todo carro virá com uma tela de computador no painel com sistema de navegação, que utilizará GPS e DVD on board, exibindo orientações de itinerários a serem seguidos, mapas e informações.


A tecnologia de vídeo também se comunicará com notebooks, PDAs e telefones celulares via Bluetooth ou Wi-Fi. Esses dispositivos menores - principalmente PDAs - podem ser elementos muitos importantes como meio de transferência de arquivos da internet (como por exemplo, MPEGs) para os carros do futuro.

Leia mais sobre o assunto na coluna de Eduardo Prado em IDG Now

Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 30, 2004

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Terça-feira, Junho 29, 2004


Destaque da Editora no 1º mês de lançamento

&




Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 29, 2004

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O que é o Software Livre Afinal? To be or not to be?

Muitos tem me perguntado e questionado sobre minha opinião quanto a utilização de software livre, e muitas opiniões tenho recebido, o que me leva a entender que não existe uma unicidade na discussão do assunto, ou sobre o que estão esperando de um "software livre" e da sua adoção, e por ai visualizo muitos "enganos".

Analisei a definição de Software Livre para mostrar claramente o que deve ser verdadeiro à respeito de um dado programa de software para que ele seja considerado software livre.

"Software Livre" é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade de expressão", não em "cerveja grátis".


E acho que por ai já está acontecendo um erro nas políticas que deseja a classe emergente dos políticos-tecnológicos que hoje orientam as discussões e as tendências do mercado de software em nosso país.

Transforma-se a guerra contra o monopólio Microsoft e seus bugs, o que realmente é algo que incomoda, não só por ser monopólio, mas também pela qualidade decrescente de alguns de seus produtos, principalmente o SO Windows, em uma bandeira do software livre.
Venho me questionando sobre a questão e a polêmica do software livre, porém mantendo distância e limitando a euforia com que alguns me relatam, que agora encontraram isto ou aquilo sem ter de pagar.

Então existe uma preocupação em Não Pagar !

As ações governamentais visam a adoção do software livre como uma forma de escape dos contratos milionários com a Microsoft, ou seja, buscam uma forma de não pagar.

As empresas são incitadas a adotarem software livre para baixar custos, muito é divulgado na mídia sobre o uso de software livre, mas só ouvimos referências técnicas a Linux e a Star Office e nada mais se fala muito além disto.
É só isto?
Se for só esta a preocupação, é evidente que se trata somente de uma questão de preço, nem comercial é esta preocupação, porque o conceito de software livre não elimina a sua comercialização, em hipótese nenhuma.

"Software livre" se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade, para os usuários do software:

1) A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito
2) A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades Aceso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade
3) A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo
4) A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade

Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades.
Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar.
Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem.
Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
Agora eu pergunto, o que nos paradoxos das ações e tendências governamentais se comenta sobre isto.

Qual o envolvimento e incentivo técnico de criação, modificação e customização de ferramental de software esta planejado ou é incentivado pelos governos para que efetivamente o software livre seja algo que inicie uma expansão tecnológica em nosso país.
"Software Livre" Não significa "não-comercial".

Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é algo incomum; softwares livres comerciais são muito importantes.

Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade, apesar de que a compreensão no nosso meio está indo para isto, ou seja, temos uma distorção acentuada do conceito.
Confunde-se, por interesses óbvios, software livre com Shareware, com Freeware.

O uso de "comercial'' como um sinônimo para "não-livre'' pode nos levar a piorar a compreensão do assunto. Isso confunde dois assuntos totalmente diferentes.

Um programa é comercial se ele é desenvolvido como uma atividade de um negócio. Um programa comercial pode ser livre ou não-livre, dependendo da sua licença.
Da mesma maneira, um programa desenvolvido por uma escola ou por um indivíduo pode ser livre ou não-livre, dependendo da sua licença.
As duas perguntas: que tipo de entidade desenvolveu o programa e qual liberdade seus usuários possuem são independentes.

Muitos anos atrás quando somente existiam aplicações em escritas utilizando a linguagem Cobol, os sistemas eram comercializados de duas formas:

1)Fechado, era fornecido somente o objeto da aplicação e não havia possibilidade de qualquer customização por parte da equipe de TI da empresa compradora.

2)Código aberto, normalmente muito mais caro, mas eram fornecidos os fontes para que a empresa realizasse as modificações e customizações que achasse necessária, sendo que neste caso o software não teria mais manutenção por parte do fornecedor original, e nestes casos o software modificado passava a ser propriedade do comprador.


Ora este último caso foi o percussor do conceito de software livre, pois você pagava e a partir deste momento tinha liberdade de modificar, transformar , reenpacotar o produto de software e você podia vendê-lo e concorrer com o próprio fornecedor do mesmo. Ou seja, era efetivamente um software livre.

Logo software livre não é somente uma questão de não pagar, e sim encapsula o conceito de evolução técnica, e liberdade de criação e modificação em si.

Então se o odiado por todos (acho que mais pela sua fortuna que pela sua inteligência) Bill Gates resolver deixar o Windows ser vendido com o seu código fonte, teremos uma ascensão técnica do Windows livre, mesmo pagando por ele inicialmente, e qualquer um poderia fazer uma pequena mudança no mesmo e comercializá-lo à sua forma para qualquer um.
Teríamos o maior monopólio fazendo e vendendo software livre e deixando de ser considerado um monopólio?

Suas versões seriam melhores que as dos outros? Resolveria alguma coisa isto?

Esta reflexão toda busca somente um objetivo novamente:

Software livre não significa que o mesmo seja de graça

Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 29, 2004

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