Sexta-feira, Junho 25, 2004


Nova variante do Korgo apresenta risco severo

IDG Now!

Panda Software divulgou que descobriu mais uma versão do vírus Korgo na quarta-feira (23/06), sendo que nesta quinta-feira (24/06) a praga teve sua classificação aumentada de risco médio para severo. A variante R do Korgo utiliza os mesmos meios de transmissão do Sasser, praga que provocou problemas em computadores do mundo inteiro desde o início de maio.


O Korgo não necessita de qualquer ação do usuário para se propagar. O vírus explora uma falha no componente LSASS dos sistemas operacionais Windows 2000 e XP, mas ao contrário do Sasser, não reinicia a máquina do usuário infectado.


A praga se propaga através da internet, gerando endereços de IP aleatórios e checando se os sistemas correspondentes possuem a vulnerabilidade. Caso haja a brecha de segurança, o Korgo se copia automaticamente para o computador da vítima, reiniciando o ciclo de infecção.

A Microsoft dispõe de uma correção para a falha em seu website. As empresas fabricantes de software antivírus já contam com vacinas para a praga e recomendam atualização imediata do sistema.
Posted by Felipe Machado em Sexta-feira, Junho 25, 2004

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WiMAX: "Nós fazemos os ovos mas vocês comem o bolo"

by Eduardo Prado

Embora possa não parecer, a frase acima descreve exatamente como funcionará a inserção da tecnologia WiMAX no mercado. Os fabricantes de chips (aqueles que "fazem" os ovos) fornecem os chipsets para os fabricantes de equipamentos, (que farão os sistemas WiMAX), que serão "degustados" pelo mercado. O mercado é quem "degusta" o bolo. Os vendedores de equipamentos ficam com o "papel culinário" de fazer o bolo.

Neste processo é importante destacar que tanto os fabricantes de chips quanto os de equipamentos devem mostrar ao mercado que o bolo não só é bom para ser "degustado", como também pode vir em diferentes sabores para consumo do mercado. Dessa forma, essas empresas devem instruir e orientar o mercado sobre como gerar aplicações de valor adicionado com os seus produtos (chips + sistemas) baseados em WiMAX.

Leia o artigo completo em World Telecom





Posted by Felipe Machado em Sexta-feira, Junho 25, 2004

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Quinta-feira, Junho 24, 2004


Brasileiros já são maioria no Orkut

IDG Now!


Os usuários brasileiros já são maioria na comunidade mundial Orkut. Segundo as estatísticas do serviço, os brasileiros, que até ontem estavam na segunda colocação, ultrapassaram os norte-americanos e agora contam com 30,5% dos usuários cadastrados. Os norte-americanos estão logo atrás, com 30,15%.


As estatísticas apontam também que a faixa etária com maior participação é a de jovens entre 18 e 25 anos, que contam por 49,93% dos usuários registrados. Os dados, entretanto, não mostram o número total de usuários cadastrados na comunidade.


A rede de amizades online Orkut é um serviço não-oficial do buscador Google, que leva o nome em homenagem ao seu criador, Orkut Buyukkokten, ex-professor da Universidade de Stanford e engenheiro da empresa.


O serviço, no entanto, não é aberto. Somente internautas convidados por usuários já cadastrados têm direito de entrar na comunidade.

Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Junho 24, 2004

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Marketing de Relacionamento - Database Marketing

Um bom livro para o mercado de estudantes e profissionais da área de marketing entenderem um pouco mais sobre a utilização de bancos de dados e o que é efetivamente um Banco de Dados de Marketing


Descrição:
O Database Marketing representa a fusão da Tecnologia da Informação com a gestão de negócios para empresas modernas e, naturalmente, engloba diversos modismos, técnicas e métodos de trabalho diferentes. No livro Marketing de Relacionamento - Database Marketing - Uma Estratégia Para Adaptação em Mercados Competitivos, os autores Carlos Alberto Gonçalves, George Leal Jamil e Wolmer Ricardo Tavares, explicam os motivos do Database Marketing ser algo essencial para a construção do marketing da atualidade e como as empresas, de qualquer porte, podem se beneficiar ao implantarem este sistema.

Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Junho 24, 2004

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Who will win the Web services war?

Opinion by Brian Bakker, Computing South Africa (ComputerWorld)

Technology battles have long been a feature of the IT industry. Most IT managers will remember the LAN wars -- Ethernet .vs Token Ring -- and the bus wars -- Industry Standard Architecture .vs Micro-Channel Architecture. In both cases the eventual winner was the least proprietary solution.

In the Web services war the two dominant platforms are Java and .Net. Conventional wisdom indicates that most enterprises will adopt strategies featuring both, but recent research by Evans Data Corp. suggests otherwise. In surveying 500 developers currently involved in Web services, Evans found that 70% believe that support for multiple operating systems is more important than support for multiple languages.


The reasons are apparent from answers to a question about time frames for developing Web services with wireless devices. Almost 40% of respondents are either already rolling out Web services to such devices, or plan to do so within 12 months. A further 21.2% expect to be extending Web services in this manner 12 to 24 months from now.


The most interesting aspect revealed by the research was the rating that developers gave to various characteristics of Web services. The most important factor for 58% of the respondents was support for the latest standards -- specifically those related to security and reliability.


Other characteristics rated highly were: integration with specific Web or applications servers (47.1%); debugging and test features (43.4%); a robust and usable GUI (43.4%); certified support for interoperability (42.8%); and open-source support (34.9%).


On the issue of standards, Gartner Inc. analyst Daryl Plummer notes that Microsoft Corp. has submitted approximately 40% of the APIs and specifications for .Net to the European Computer Manufacturers Association standard body.


"However, Microsoft only submitted the lower-level API, and has retained proprietary control over higher-level elements of the platform. Nevertheless, this has successfully created the 'illusion' of open-standards support for the platform," he says.


Gartner makes the point that applications and services deployed within the .Net framework are not tied directly to the underlying operating system. "Although Microsoft has made no official announcements regarding its intention to support the full .Net framework beyond Windows, it has frequently alluded to this option," Plummer says.


Advocates of Microsoft's vision for Web services frequently mention the Common Language Runtime element of .Net. Evans has this to say: "Through the CLR, Microsoft's .Net supports multiple languages, but so does Java. In .Net, compiled code -- whether from C#, VB.Net, or even Cobol -- is the same. This compiled code, called Intermediate Language, is analogous to Java Bytecode. Equally, however, for Java, there are many languages that code can be written in, and there are also free open-source compilers for the Java Virtual Machine."


Who will win the war? The answer is debatable, but, where the relative maturity of Java is a factor in its favor, Microsoft owns the desktop, and its marketing muscle should never be discounted.


The likelihood is that Java will continue to permeate the enterprise -- primarily at the back end -- while Microsoft will remain a factor on the desktop, as well as in the small and medium-size enterprise sector, where multiple platforms are less prevalent.


Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Junho 24, 2004

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Quarta-feira, Junho 23, 2004


Gravador de DVD e VHS

Para quem tem necessidade de trabalhar com vídeos, a Sharp está lançando os DV-HRW30, um gravador de vídeo com disco rígido e que também tem um gravador de DVD e um deck de VHS.


Tem até mesmo pacotes com um decodificador sinais de satélite (TV), embora só possa gravar direto para disco rígido ou DVD (o que provavelmente não um grande problema) especialmente desde que você pode mover livremente formatar o vídeo sem restrição (de acordo com A Sharp pelo menos).
O disco rígido é só 80GB que pode ser considerado de fraco nos dias atuais, para quem trabalha com vídeos, mas provavelmente poderá ser ampliado sem muita preocupação. Os DV-HRW30 serão lançados em 1 de julho com preço ao redor de ¥95,000 (95.000 ienes).

Interessante a versatilidade que lhe irá permitir que se realize a conversão de VHS para DVD de forma mais simplificada, praticamente direta.
Mas o preço........

Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 23, 2004

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Amadeu: Microsoft quer clima de intimidação

Sônia Penteado - IDG Now!

Sergio Amadeu, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, ITI, diz que nem ele nem o governo federal pretendem responder ou alimentar a polêmica gerada pelo pedido de explicação judicial feito pela Microsoft em razão das declarações dadas à revista Carta Capital, em março.
Mesmo assim, em entrevista realizada hoje durante o X Conip-Congresso de Informática Pública, o executivo não perdeu a oportunidade de dar mais algumas de suas declarações polêmicas.

"Nós estamos mesmo trabalhando para ter software livre no Governo, que não precisa dar explicações para monopólios. E a Microsoft precisa entender que aquele período de reserva de mercado, em que apenas uma empresa podia atuar, acabou", afirma Amadeu. A assessoria de comunicação da Microsoft diz que a empresa não pretende se manifestar sobre o assunto.


Discussões polêmicas à parte, Amadeu aproveitou o Conip para esclarecer os principais passos na política de adoção de software livre no governo federal. "O primeiro passo é libertar as estações de trabalho", diz o presidente do ITI. Por libertar as estações de trabalho entenda-se um programa de troca das 300 mil máquinas espalhadas hoje pelos ministérios por desktops com plataformas livres. "Até o momento já trocamos entre 4 mil e 5 mil equipamentos. É um processo de longo prazo, difícil de prever quando será concluído, mas acredito que em três anos podemos chegar à metade dessas máquinas rodando em ambiente aberto", afirma Amadeu.


O passo seguinte nesse processo migratório significa que os novos desenvolvimentos de ferramentas para o setor público sejam feitos em software livre. Entenda-se software livre, nessa visão, as ferramentas que sigam os seguintes critérios: possam ser utilizadas para qualquer finalidade, que possam ser estudadas, alteradas e melhoradas pelos usuários e, por último, que possam ser redistribuídas. "Iniciamos toda essa estratégia em agosto do ano passado, quando preparamos nosso planejamento de TI e o guia de referência de migração. O resultado desse nosso trabalho será avaliado em breve, quando completarmos um ano do início", diz o presidente do ITI.

Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 23, 2004

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Terça-feira, Junho 22, 2004


Seção Humor da Tecnologia

O novo patrocinador do Rubinho Barrichelo


Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 22, 2004

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Aprenda DotNet de graça

Download e material sobre DotNet bem amplo


Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 22, 2004

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Eliminando as Conjeturas Em Decisões Empresariais

Excelente artigo sobre as distorções e falta de informações para a tomada de decisões

DMReview

Today, the biggest threat to businesses is a lack of information or even worse incomplete information. Without all the facts, decisions are made, and risks and opportunities are assessed based on anecdotal, incomplete or outdated information - otherwise known as guesswork. This is certainly not a best business practice. Hence, the increasing buzz around the term Business Intelligence (BI). However, long before the term business intelligence was coined, there were many disparate and independent business processes designed to collect, monitor, analyze and report corporate information. The difference today is the sophistication, integration, automation and scalability of the technology developed to support business intelligence, enabling a real-time flow of accurate, current and trusted information, enterprise-wide.

Three things to consider when evaluating the right business intelligence solution for your organization:

How many versions of truth am I getting? The right answer: ONE.
The right business intelligence application should combine with your corporate performance management system, creating an enterprise-wide central repository of financial and non-financial information.
How many people within my organization will be impacted by our BI application? The right answer: POTENTIALLY EVERYONE.
Corporate stakeholders feel a new sense of entitlement to have key strategic information at their fingertips. And have it now. By choosing a business intelligence system that can scale from tens to thousands of users, the same information can be visible, at the same time in a secure environment by any authorized employee, anywhere.
How important is the speed of my business intelligence solution? The right answer: LEVERAGE THE POWER OF NOW.
Timing is everything. Does accurate information really matter if it is two months old? In today¿s multinational, multicultural, multicurrency business environment, there is a need for real-time financial and non-financial analysis effecting business decisions that need to be made now. With accurate information, companies can begin to see how and where value is being created within the organization thereby making informed decisions with accuracy and integrity.
Longview Solutions, makers of Corporate Performance Management applications for large global businesses, is a proud sponsor of this portal along with DM Review. This portal will provide you with insight into current business intelligence methodologies and solutions, effective implementation strategies and how-to help on gaining the maximum benefits from your business intelligence investment.




Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 22, 2004

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O dia que a Vodafone surpreendeu o mundo
by Eduardo Prado
Frecuencia Latina

Mundo Wireless



Era dia 06 de maio de 2004 e a 'ficha da Vodafone caiu'. Por
quê? Simplesmente porque a megaoperadora depois de ter
gasto 'algum' dinheiro com tecnologia 3G (incluindo licenças
governamentais) resolveu fazer uma experiência na sua
operadora Vodafone KK , do Japão, com uma das tecnologias 4G
Proprietária da Flarion (leia-se Cisco e T-Mobile), baseada
na moderna multiplexação OFDM.

Nós e a inglesa The Economist temos falado coerentemente há
algum tempo que isto poderia estar acontecendo. Veja matéria
Move over 3G: here comes 4G. No início desse ano, a Nextel
também começou a fazer testes com a mesma tecnologia Flash-
OFDM da Flarion. Hoje, a provedora de serviço de trunking e
a Sprint detêm 2/3 da banda de freqüência entre 2,5 e 2,7 GHZ
que pode ser utilizada pelo padrão IEEE 802.16 - o famoso
WiMAX. Veja trial da Nextel na matéria: Nextel's Flarion Goes
Live.

Por quê o mundo surpreendeu-se?

........Leia mais clique aqui

Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 22, 2004

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Mantendo segurança com remendos de software

A Microsoft se empenhou em fazer da segurança o topo de suas prioridade.
Sua organização pode dizer o mesmo?
Ficar seguro em hoje em dia em um ambiente de rede exige mais que só software: Exige estratégia

Como o New York Federal Reserve mantém sua enorme rede que inclui múltiplas plataformas de OS , seguras hoje em dia.


Leia mais sobre exemplos de segurança na InfoWorld (clique na imagem)

Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 22, 2004

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Segunda-feira, Junho 21, 2004


Sony Pocket Bit Pro, 2GB USB Hard Drive

I could have sworn we already mentioned this, but the Oracle of Search says otherwise. Apparently, Sony's getting into the "mini hard drive masquerading as USB flash drive" game with their new Pocket Bit Pro USD-2G, a simple-enough little device that differentiates itself from the crowd mostly by its automatic data synchronization feature. By pressing the AutoSync button on the drive (you might want to plug it into the computer first), the Pocket Bit Pro will back up pre-selected folders and sub-folders, saving versions (as space allows) up to ten generations back. Pretty slick stuff, but you'll pay the Sony premium for the convenience -- the Pocket Bit Pro will retail for over $300 when it ships in July.


Posted by Felipe Machado em Segunda-feira, Junho 21, 2004

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Are open source databases for real?
Database Journal

It isn't often that technology and television share a story. But in the case of the open source movement and reality television, the parallels are eerie: both came to public attention in the late 1990s and subverted the usual order by putting ordinary people centre stage. Reality television has grown beyond well beyond its roots to infest almost every aspect of modern life, while open source has gone from a geek's plaything to underpinning modern computing tasks like web serving, application serving and embedded computing.

The article continues at Database Journal
Posted by Felipe Machado em Segunda-feira, Junho 21, 2004

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