|
|
| Sexta-feira, Junho 04, 2004
| |
Integração de software - Um artigo muito interessante
por John L. Forman
A Lei de Moore diz que a evolução do hardware é de tal ordem que a cada 18 meses dobra-se a capacidade computacional dos processadores caindo pela metade o seu preço. Essa curva tem sido observada já há diversos anos e deve assim permanecer por pelo menos outros dez.
No software a evolução não acontece no mesmo ritmo, mas ainda assim o passo é acelerado. Eu diria que a cada dez anos passamos por uma completa reformulação de como software e sistemas são desenvolvidos. Pensando em termos de sistemas operacionais podemos ver que o intervalo entre o surgimento e o declínio quase que absoluto dos "líderes" de mercado se aproxima bastante deste número de anos. Lembram-se do CPM e do DOS? No caso do Windows, o nome continua o mesmo, mas o código: Quanta diferença!
Em cima de diferentes sistemas operacionais foram também sendo desenvolvidos outros tantos componentes, tais como bancos de dados, aplicações etc. A cada novo ciclo evolutivo do software, mais vantajoso se tornava informatizar um determinado departamento ou setor da empresa. Até que em um determinado momento começou a não fazer mais sentido ter sistemas espalhados e independentes. Como justificar a digitação de uma mesma informação repetidas vezes em inúmeros sistemas de uma mesma empresa?
Leia o artigo completo em Alice Ramos.com
Posted by Felipe Machado em Sexta-feira, Junho 04, 2004
Comentários:
Reality IT:
BI Islands or a Whole BI Archipelago?
Column published in DMReview.com June 3, 2004, By Gabriel Fuchs
At my job, we have business intelligence and we have business intelligence. Everywhere. Thanks to our commitment to do a good day's work every once in a while or at least be better than other departments, some of us have turned to business intelligence (BI) solutions. This is all done in the hope that we shall be more efficient. And efficient we are. So efficient, in fact, that we now have many different BI applications from many different BI vendors. These different applications are often used for the same purposes, e.g., reporting or advanced analyses. Oh yes, we are very efficient in installing BI applications. The result of it all may, in the best of circumstances, allow specific departments to become better in their work. However, it does not allow the workplace as a whole to be very efficient in reporting and analyses activities. In other words, we are suffering from BI islands, i.e., many unconnected BI applications.
It has to be said though that to the outside world we can say that we are very advanced because we have it all: ad hoc querying, OLAP, data mining, data visualization, statistical packages, data marts, ODS, data warehouse - you name it. We even have several different solutions doing the same thing! On top of that we also have Excel, even though we do not brag about that. Excel is just not as cool as other "real" BI tools, no matter that it is the most widely used application for many of our BI activities.
BI islands are often the result of having too many people within the organization being able to decide on what BI application to use. Whereas one application is unlikely to correspond to all needs, eight different BI applications all doing reporting is not beneficial either. Sometimes you even have a situation where a department knows what BI applications exist within the organization and still decides to implement yet another more or less identical solution. This new unnecessary solution is bought purely for political reasons. The concerned department may want to show that they can do their job better, which will be possible with this additional BI solution. As a whole, the organization is losing money on such behavior and the IT department risks going crazy - unless, of course, they are also involved in this "my BI is better than yours" frenzy. It might be good for the national economy though, as BI vendors can profit and prosper.
What are the practical results of BI anarchy, resulting in BI islands? Well, for one thing you can forget about a unified business language, meaning that you will go on arguing about what the report figures actually mean. Exactly what BI was supposed to solve. You can also look forward to some political discussions about why you are using whatever tool you have when others are not. IT, who most likely promote their own solutions which tend to be good for their architecture but not necessarily good for the business users, will likely hate anything that they did not decide on.
You will also have the power users who sail the boat between all these BI islands. These power users, or BI sailors, want to have everything installed on their computer so that they can personally choose what to use. Then these BI sailors try to distribute their results to others who do not necessarily possess the same program and, therefore, cannot read the results. The Tower of Babel analogy becomes clear. In the end, Excel becomes the solution of record because it is the only thing that everyone has installed.
I once listened to a roundtable discussion by some BI managers. One of them, in his desire to impress the rest of us, said that they had created 250 OLAP cubes providing 1,000 reports. Personally, I have rarely heard anything so catastrophic. On average, each OLAP cube does no more than four reports. Why use OLAP to do reports in the first place? What about communication among these 250 cubes? At least this BI manager was very proud. He did not have BI islands though; he had a whole BI archipelago. Not many have that.
However, on a departmental level, BI may do wonders no matter what other departments are using. Reports and analyses can become very streamlined and efficient within the department. This of course presupposes that the necessary underlying data that is to be exploited actually exists, whether it comes from a data warehouse, data mart, or whatever. It is when you want to communicate with other departments that problems often arise. For as long as there are a multitude of different non-coordinated BI applications in use within the organization, all you get are BI islands. If you really are "advanced" (totally out of control), you can even boast about having a complete BI archipelago.
Posted by Felipe Machado em Sexta-feira, Junho 04, 2004
Comentários:
| Quinta-feira, Junho 03, 2004
| |
Solucionando dúvidas de Projeto de Bancos de Dados
Encontrei alguém com uma dúvida em projeto de BD em um fórum na Web, que considero até certo ponto simples para quem possui alguma experiência em projetar BDs:
Eu estou tentando para projetar um banco de dados que contém informações sobre os residentes e funcionários de um complexo de apartamentos. Eu estava esperando que alguém pudesse me ajudar com o melhor design quando os funcionários também podem ser os residentes no complexo. Eu estou tentando não ter redundância no banco de dados.
Ora considerando que temos Pessoas com 2 tipos de qualificação claras:
Temos então uma entidade Pessoas, que é generalista de todos os tipos de pessoas, estando nelas inseridas as ocorrências de moradores e funcionários do complexo de apartamentos.
Porém temos uma tipologia de Pessoas: A pessoa ou é simplesmente um residente no complexo, ou é funcionário do complexo.
Em segundo se a pessoa é funcionário do complexo ela ainda pode também ser residente deste complexo.
Como temos de controlar talvez os funcionários podemos criar o subtipo funcionário (STAFF) e um indicador para informar se ele é residente ou não residente no complexo de apartamentos.
Vejam o modelo que forneço como resultado de projeto e comentem se encontrarem soluções alternativas.
Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Junho 03, 2004
Comentários:
A invasão Iraniana ou o Irã não é só um deserto
Deparei-me com uma situação que não imaginava tivesse a proporção que encontrei.
Navegando por comunidades de tecnologia no Orkut deparei-me em todas elas com um número crecente de cidadãos Iranianos nas mesmas.
O que espanta é que a imagem que temos formada do Irã pelos noticiários não retrata a nós pobres desinformados a existência naquele deserto (das imagens que ao ocidente chegam) de centros de tecnologia tão avançados que permitam-nos criar um juízo de que lá existe alta tecnologia.
O que vemos na realidade diária dos noticiosos são os americanos protestando, ameaçando intervir naquelas terras pela existência de programas nucleares com fins não pacíficos presupostos.
Mas a realidade que encontrei é da existência incrível de centros de tecnologia da informação avançados, com estudos em áreas como bancos de dados, desenvolvimento de aplicações em altíssimo nível de conhecimentos e exploração de novas tecnologias.
Aliás uma característica em todas as comunidades tecnológicas do Orkut é a presença maciça de Indianos e de Iranianos, só para citar os mais encontrados.
Este post é dedicado a todos aqueles que nunca pararam para pensar sobre o crescimento cultural e tecnológico do Oriente, ou Médio Oriente.
Quando discute-se tecnologias no nível em que são distutidas no Orkut é que percebemos que o Oriente Médio deixou de ser a muito tempo um lugar de somente camelos, tuaregues e dançarinas de dança do ventre, mas tornou-se isto sim um lugar de desenvolvimento de alta tecnologia. É de lá que surgirão nas próximas décadas as grandes inovações na área de TI, concorrendo diretamente com os indianos pela liderança neste mercado futuro.
Duas imagens cotraditórias, dois países com imagem de pobreza, dois lugares de alta tecnologia porém ninguém se apercebe de que lá virá ainda um dia uma dominação tecnológica, da mesma forma que a dominação americana surgiu, devagar e tomando conta de todos os conceitos e técnicas hoje utilizadas.
Para uma análise mais profunda basta olhar para os processos de Off-Shore Outsourcing que ocorrem na América do Norte. Lá estes processos estão em crescimento e seu foco é a Índía, a Malásia e a China, que ainda são países amigos dos Norte Americanos, mas quem diz que não haverá uma mudança de controle no futuro?
Já dizia meu falecido pai nos idos anos 70 que a China iria dominar o mundo um dia. Hoje a produção tecnológica chinesa é maior que a americana com certeza, apenas não aparece tanto por se tratar de O&M tudo que lá é feito. As grandes fábricas de componentes de computadores e equipamentos digitais lá se encontram.
Universidade de Tecnologia em Teerã
Na Índia estão grandes Datacenters e Centros de Pesquisa de grandes companhias americanas. E no Irã ? ainda não consegui descobrir o que lá está sendo desenvolvido mais especificamente, mas acredito que em poucos anos iremos ter surpresas com estes iranianos "nerds" que lá pesquisam e desenvolvem.
Posted by Felipe Machado em Quinta-feira, Junho 03, 2004
Comentários:
| Quarta-feira, Junho 02, 2004
| |
ADS USB Instant TV Review
EverythingUSB reviews the ADS USB Instant TV, an $80 USB 2.0 box that acts as an external TV tuner which can, along with the included software and Windows XP (required), turn your PC into a middling-quality, audio-sputtering PVR. It's not all awful, they say, but slow performance and strange clicking noises make the ADS USB Instant TV sound as if it is best left to those that need a bare-minimum of performance out of their TV tuner. Fortunately, it also has a bare minimum price.
Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 02, 2004
Comentários:
Rompemos a barreira dos 1.000 acessos.
Parabéns e obrigado aos leitores do Blog
Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 02, 2004
Comentários:
Beyond the Data Warehouse:
What is a Data/Information Architecture Strategy?
"We need an enterprise data/information architecture/strategy."
This is a fairly common statement in the halls of large organizations these days.
Countless articles have been written on the drivers for this.
Regulations such as Graham-Leach and Sarbanes-Oxley, business initiatives requiring loads of information such as CRM and desperate needs for more efficient and integrated data access to stem the proliferation of MS Access data bases and/or other types of data marts.
Read this article in Dmreview
Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 02, 2004
Comentários:
Acesso completo a pessoas com deficiências Publicado em Zero Hora Digital
Programa facilita o controle do micro por pessoas com deficiências
Um programa desenvolvido na Universidade de Cambridge está abrindo caminho para portadores de deficiência física que não conseguem utilizar as mãos poderem operar um computador. Em vez do mouse e do teclado, o olhar é a ferramenta: com uma câmera especial que capta o movimento dos olhos, é possível escrever e usar programas.
O software se chama Dasher, e Matthew Garrett trabalha no projeto para converter o código para uso em Linux e aprimorar suas facilidades. Garrett está em Porto Alegre para o 5º Fórum do Software Livre. Ele prepara aplicações que vão desde um controlador de sistema até a otimização do programa para usar em palmtops.
O Dasher funciona de forma simples: no lado direito da tela, há uma coluna com as letras disponíveis. Quando o usuário olha para a letra, a câmera capta e o programa "digita". A grande sacada é que não é um teclado estático: as letras começam a se mover de forma lógica - o software, abastecido com bibliotecas de palavras em vários idiomas, disponibiliza as letras mais usadas para formar as palavras, agilizando o processo.
Em inglês, por exemplo, a letra q sempre vem seguida de u. O programa sabe disso e deixa o "u" do lado, para ser visto, e escrito, mais rápido - explica Garrett.
Além disso, o software memoriza as preferências do usuário e começa a oferecer opções de termos mais usados. O que é definido por um complexo cálculo de probabilidades vira mágica quando operado rapidamente: o programa parece adivinhar as palavras que o usuário quer.
Ainda em fase de projeto, o Dasher exige uma câmera de vídeo cara. Garrett calcula em US$ 8 mil, no mínimo, o preço de modelos que reconheçam o movimento dos olhos. É uma tecnologia nova, que emite um raio infravermelho em direção aos olhos para captar o movimento pelo reflexo.
O projeto trabalha em uma alternativa: é possível simplesmente montar um cinto equipado com um mouse para controlar o software apenas com o movimento da respiração. O método consiste basicamente em amarrar o mouse na barriga do usuário, e é de longe mais barato. Entretanto, a velocidade de escrita cai bastante, de 40 palavras por minuto com os olhos para 16 palavras por minuto com a respiração.
Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 02, 2004
Comentários:
Todos que atuam ou usam de TI devem ter mais atenção com spywares
Quase 92% dos gerentes da área de TI foram contaminados com spywares, segundo dados da Websense (provedor de gerenciamento da Internet). A pesquisa também calculou uma média de 29% dos PCs das empresas infectados, mas apenas 6% dos funcionários disseram ter visitado no trabalho sites com spywares. Para os gerentes de TI, é assustador o número de funcionários que simplesmente desconhecem se seu computador está ou não infectado.
Um Spyware, também conhecido como software espião, pode copiar informações de senha para enviar a um site, e uma das maneiras mais comuns de fazer o download de uma dessas pragas é pelo compartilhamento de arquivos através de programas peer-to-peer (como o Kazaa). Mesmo quando menos ofensivos, os spywares trazem uma inoportuna dor-de-cabeça: os tão odiados spams (e-mails não-solicitados). Depois de capturar informações do usuário, elas são enviadas para servidores com fins comerciais.
Para saber se o seu computador está infectado com um spyware, faça uma varredura através do site webroot
O Spyware é frequentemente associado com softwares que exibem propagandas, chamados AdWare. Alguns anunciantes podem instalar software adware em seu sistema e gerar uma série de anúncios não solicitados que podem encher o seu desktop e afetar sua produtividade. Os anúncios podem conter ainda pornografia ou outro material inapropriado. O processamento extra necessário para lhe rastrear ou para exibir anúncios pode reduzir a performance e prejudicar o seu computador.
Isto não quer dizer que todo software que exibe anúncios ou rastreia sua atividade on-line é ruim. Se você assinar um serviço gratuito de músicas e em troca deste serviço gratuito a companhia lhe oferece anúncios específicos, isso pode ser uma troca justa. Entretanto, rastrear atividades on-line pode ser útil para lhe exibir conteúdo customizado ou preferências pessoais em uma loja on-line.
A questão toda é se você foi ou não corretamente notificado sobre o que o software irá fazer e que você conceda o direito de agir ao software instalado em seu computador. Em outras palavras, o software está sendo enganoso quanto ao que ele faz ou como ele obtém dados de seu computador?
O que é um software enganoso?
Spyware e adware não autorizado são exemplos de softwares "enganosos". Software enganoso inclui programas que alteram sua página inicial ou página de pesquisa sem que você dê permissão.
Existem várias formas de um software enganoso chegar ao seu sistema.
Um truque comum é instalar o software durante a instalação de outro software que você deseja, como um programa de compartilhamento de músicas e vídeos.
Sempre que você instalar algo em seu computador, leia os termos de licenciamento e privacidade. As vezes a inclusão de um adware em uma instalação de software está documentada, mas pode aparecer no final do termo de licenciamento ou privacidade.
Em alguns casos um software enganoso é instalado silenciosamente em seu sistema sem nenhum aviso. Se você usa o Internet Explorer como navegador, isto pode acontecer se as configurações de seu Internet Explorer estiver definida com o nível mais baixo. Certifique-se de que esta configuração esteja no nível médio ou alto. Isto irá lhe ajudar a controlar o que está sendo instalado em seu computador.
Você já passou pela experiência de ser repetidamente questionado sobre aceitar um download mesmo dizendo "Não"? Os criadores de softwares enganosos utilizam este truque para levar você a instalar o software. Se isto acontecer a você, não clique em "Sim". Tente fechar a página Web que lhe questionou primeiro clicando no "X" no canto da janela.
Como alternativa, feche o Internet Explorer e reinicie-o para iniciar a navegação novamente. Se você visitar uma página Web que continuamente exibe estas janelas pop-up, este site da Web provavelmente não é confiável.
Aos que se utilizam de banda larga posso afirmar por experiência que quem navega em pesquisa por vários sites durante as 24 horas, tem um nível de entrada de Spyware e Cookies em torno de 20 elementos ou mais ao dia, o que por si só já vale a existência de software para detecção e remoção destas porcarias de sua máquina.
Posted by Felipe Machado em Quarta-feira, Junho 02, 2004
Comentários:
| Terça-feira, Junho 01, 2004
| |
O teste de QI
O teste de QI que está fazendo enorme sucesso na WEB está funcionando novamente
Ou seja ao link está ativo novamente
Tente e veja se consegue
Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 01, 2004
Comentários:
RSS published in Computerworld
DEFINITION:
RSS is an XML format for syndicating Web content. A Web site that wants to allow other sites to publish some of its content creates an RSS document and registers the document with an RSS publisher. A user with a Web browser or a special RSS client program automatically receives notice of and links to new content on designated sites and can use it on a different site.
For several years, my morning information drill has gone something like this: turn on the monitor, then quickly check my e-mail to see if there's anything that needs immediate attention. That out of the way, it's time to fire up the Web browser and check those URLs that I go to every day. Some are news sites, some are technical, others are discussion forums related to current projects, and some reflect my interests.
If I'm busy and don't get to visit every site - or perhaps none at all for several days - then I'm likely to get so far behind that I can't usefully catch up and have to reconcile myself to perhaps having missed something important.
This is a routine familiar to many knowledge workers. If you're lucky, you may have only a half-dozen such sites to check each morning. Or you might have to look at 40 or 50, depending on the work you're doing. It's a time-consuming, if important, chore, and even bookmarks, favorites or tabbed browsers (such as Mozilla Firefox) don't speed up the process much. You still have to go to each page, load it, remember how it's formatted and find where you were the last time. There has to be a better way.
The solution is an interesting notion called RSS, which is an outgrowth of work done at Netscape Communications Corp., culminating in 1999's My.Netscape.com. (What does RSS stand for? That's a simple question with several different answers. See sidebar below.) RSS is an XML-based format originally designed for sharing headlines and other Web content. It allows computers to automatically fetch and understand the information users want, to track and personalize lists they're interested in.
While HTML is designed to present information directly to users, RSS is an automation mechanism for computers to communicate with one another. RSS feeds can let you know if a site has been updated recently.
RSS forms an important underlying technology for many weblogs and portals such as My Yahoo. Commercial sites noticed how RSS turbocharged the distribution of content, and many news sites, including those of The New York Times, the BBC, CNN and Computerworld (see Computerworld's RSS feed lineup), have created RSS feeds to increase the visibility of their content. RSS solves many of the problems webmasters face, such as increasing site traffic and the difficulty of gathering and distributing news. RSS can also serve as the basis for distributing other types of content.
How RSS Works
RSS starts with an original Web site that has content available. The Web site creates an RSS feed, sometimes called a channel, that's available just like any other resource or file on the Web server. The site registers this feed in the form of an RSS document, with a directory of RSS publishers.
Once an RSS feed is available on the Web, any computer can regularly fetch it. The most common type of program to do this is called an aggregator, or news reader. Such programs enable users to collect information from many different sources of their own selection with a single, automated application that checks RSS feeds regularly and highlights new material.
Posted by Felipe Machado em Terça-feira, Junho 01, 2004
Comentários:
| Segunda-feira, Maio 31, 2004
| |
Seminário de Software Livre em Porto Alegre
Acontece esta semana em Porto Alegre a quinta versão do Fórum Internacional Software Livre, que reunirá vários luminares dos sistemas de código aberto, entre eles John Maddog Hall, da Linux International; Pia Smith, presidente da Linux Australia; Dan McGee, responsável pelos Linux Technology Centers da IBM no mundo; Sérgio Amadeu, presidente do ITI; e Lawrence Lessig, fundador do projeto Creative Commons.
Mais informações em http://www.softwarelivre.org/forum2004/
Posted by Felipe Machado em Segunda-feira, Maio 31, 2004
Comentários:
Problemas com template
Estamos com problemas no template, que estão sendo resolvidos.
Temporariamente e o formato não é o ideal.
Em breve estaremos novamente em forma.
Posted by Felipe Machado em Segunda-feira, Maio 31, 2004
Comentários:
|
X
|